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sábado, 20 de junho de 2015

Os 13 princípios da Wicca



1.Nós praticamos os rituais para nos sintonizarmos com o ritmo natural das forças vitais marcadas pelas fases da Lua e dos feriados sazonais.

2.Nós reconhecemos que a nossa inteligência nos dá uma responsabilidade única em relação ao nosso meio ambiente. Nós procuramos viver em harmonia com a Natureza, em equilíbrio ecológico oferecendo uma completa satisfação à vida e à consciência, dentro de um conceito evolucionário.

3.Nós reconhecemos um profundo poder muito maior do que seja aparente para uma pessoa normal. Por ser tão maior que o originário algumas vezes é chamado de ”sobrenatural”, mas somente o vemos como algo naturalmente potencial a todos.

4.Nós vemos o Poder Criativo no universo como algo que se manifesta através da polaridade – como masculino e feminino – e que ao mesmo tempo este Poder Criativo vive dentro de todas as pessoas e funções através da interação do masculino e feminino. Não damos valor um acima do outro, sabendo que cada um é complementar do outro. Valorizamos o sexo como prazer, como o símbolo e manifestação da vida e como uma das fontes de energia utilizada nas práticas mágicas e na veneração religiosa.

5.Nós reconhecemos tanto o mundo externo como o interno ou psíquico, mundos que às vezes são conhecidos como mundo espiritual, ou Inconsciente Coletivo, ou os Planos Interiores etc. Vendo na interação destas dimensões a base para os fenômenos paranormais e os exercícios mágicos. Não negligenciamos qualquer das dimensões, considerando ambas como necessárias para nossa realização.

6.Não reconhecemos nenhuma hierarquia autoritária, mas sim honramos aos que ensinam, respeitam aqueles que compartilham os seus conhecimentos e sabedoria e apreciamos aos que corajosamente se dedicam a ser mestres e professores em liderança.

7.Nós consideramos que a religião, a magia e a sabedoria sendo unidas em nossa forma de contemplar e viver dentro do mundo e identificarmos esta filosofia e visão mundial como a Bruxaria – o caminho Wiccaniano.

8.Chamar a si mesmo de “bruxa(o)” não constitui ser um(a) bruxa(o) e tão pouco o faz a herança em si, nem a coleção de títulos, graus e iniciações. Uma Bruxa(o) procura controlar as forças vitais dentro de si mesmo a fim de possivelmente viver de maneira sábia, em harmonia com a natureza e sem prejudicar a ninguém.

9.Nós afirmamos a nossa crença na vida, na continuidade do progresso, na evolução e no desenvolver da consciência, os quais dão um significado ao universo conhecido por mais e o nosso papel pessoal dentro dele.

10.Nossa única animosidade contra o Cristianismo ou contra quaisquer outras religiões ou filosofias reside no fato de suas instituições terem clamado ser “o único e verdadeiro caminho e a ser lutado para negar a liberdade a outros e reprimir diferentes modos de prática religiosa e crenças”.

11. Como Bruxas(os) não nos sentimos ameaçados sobre a historia da arte, as origens dos diversos termos, e a legitimidade de vários aspectos de diferentes Tradições. Estamos interessados unicamente com nosso presente e com nosso futuro.

12. Não aceitamos o conceito de mal absoluto, nem adoramos nenhuma entidade conhecida como “Satanás” ou “Diabo”, tal como define a Tradição Cristã. Não buscamos o poder através do sofrimento dos demais e nem permitimos que se obtenha algum beneficio pessoal por tais meios.

13.Nós acreditamos que devemos buscar dentro da natureza o necessário para a nossa saúde e o nosso bem-estar.


Carmem de Vasconcellos


sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Lei Wiccana


Lei Wiccana

A lei tríplice equivale à "lei universal do retorno" ou "lei da causa e efeito" onde nossas ações sempre geram reações. Porém nessas leis o retorno é equivalente, não existe nenhum mecanismo que propicie uma ampliação desse retorno como a lei tríplice supõe. Então como compreende-la? Por que é dito que o retorno se dará triplamente? Uma interpretação inicial diz que ao levar em conta a simbologia do número três esse retorno é triplo porque pode e invariavelmente vai nos atingir em diferentes graus. Ou seja, pode nos atingir quando formos jovens, maduros ou velhos, pode nos atingir no físico, no emocional ou no espiritual (ou nos três casos) e assim sucessivamente, enfim, nos atingirá de alguma forma na totalidade de possibilidades.


I bless the moon, the moon bless you!!!


Abraços de luz!


Carmem de Vasconcellos!!!

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Dia das Bruxas (Halloween)




         O Dia das Bruxas (Halloween é o nome original na língua inglesa) é um evento tradicional e cultural, que ocorre nos países anglo-saxônicos, com especial relevância nos Estados Unidos, Canadá, Irlanda e Reino Unido, tendo como base e origem as celebrações dos antigos povo.A origem do Halloween remonta às tradições dos povos que habitaram a Gália e as ilhas da Grã-Bretanha entre os anos 600 a.C. e 800 d.C., embora com marcadas diferenças em relação às atuais abóboras ou da famosa frase "Gostosuras ou travessuras", exportada pelos Estados Unidos, que popularizaram a comemoração. Originalmente, o Halloween não tinha relação com bruxas. Era um festival do calendário celta da Irlanda, o festival de Samhain, celebrado entre 30 de outubro e 2 de novembro e marcava o fim do verão (Samhain significa literalmente "fim do verão").

A celebração do Halloween tem duas origens que no transcurso da História foram se misturando:

terça-feira, 5 de março de 2013

A História da Bruxaria




          Ao contrário do que se pensa, o cristianismo não foi imediatamente adotado pelo povo europeu ao ser declarado religião oficial do Império Romano. Esta conversão dos Romanos ao catolicismo teve motivos políticos, e não teve grande penetração fora dos centros urbanos. A grande massa da população permaneceu fiel aos seus deuses antigos. Os cultos antigos, então, receberam a denominação pejorativa de "pagãos" ("pagani", plural de paganu, ' morador do campo'), por ter como foco de resistência à nova religião o povo dos campos, longe das cidades e das zonas de comércio e ensino.
          Os missionários cristãos, com o tempo, passaram a ter mais aceitação nas cidades, mas continuavam sendo repelidos no campo, nas montanhas e nas regiões distantes, verdadeiros enclaves da Antiga Religião. Houve ainda uma tentativa de reativar o paganismo e o culto aos Deuses antigos como religião oficial do Império Romano. Esta última esperança deveu-se ao Imperador Juliano (conhecido como "O Apóstata"), que reinou no século IV DC. Mas, como sabemos, essa tentativa não foi frutífera, derrubada pela própria conjuntura da época, onde já se pressentia o poder de manipulação, domínio e intriga do cristianismo, evidenciado nos séculos seguintes. Um dos ardis utilizados pelos cristãos era o de apropriar-se de festividades pagãs como comemorações religiosas de sua própria religião. Assim, por exemplo, o festival do solstício de inverno, onde se comemorava o nascimento do Deus-Sol, transformou-se no Natal cristão. A festa de são João era um ritual de queima de negatividades, onde o povo pulava a fogueira eliminando assim os seus males. A páscoa com direito a ovos e coelhos, era um ritual de fertilidade onde o ovo e o coelho eram seus símbolos. Também o festival de Samhain, comemorado em intenção dos mortos, recebeu o nome de Dia de Todos os Santos, logo seguido pelo dia de Finados. A despeito destas tentativas, as tradições pagãs continuaram mantendo sua força.

Desmistificando a Bruxaria!!!



 Este é um tema bastante polêmico devido a essa antiga crença imposta pela igreja de que bruxa ou bruxo é uma pessoa má, e que a bruxaria é coisa do diabo.
           Se essa ideia persistisse nos dias de hoje, não teríamos nada do que a tecnologia nos oferece atualmente. Pois os cientistas, físicos, matemáticos, médicos seriam todos queimados em fogueiras.
          Na antiguidade os alquimistas foram considerados bruxos, todas as pessoas que tinham conhecimento e faziam o uso de ervas, tinham igualmente o mesmo destino, eu com certeza, viraria um churrasquinho junto com meus gatos, rsrsrs.
          A Wicca é uma religião, uma crença que não existem livros sagrados, nem profetas a justificá-los, hierarquia ou dogmas. Não faz apelo a uma fé única e exclusiva, e promove acima de tudo o respeito e a diversidade. Vários sincretismos são possíveis, portanto não é um sincretismo religioso. É uma escolha pessoal para aqueles que sentem que a sua percepção do sagrado não só não se enquadra nos esquemas tradicionais como é algo demasiado individual para se sujeitar a conjuntos de regras e crenças que outros determinaram.