terça-feira, 18 de novembro de 2014
As Pedras Guia da Geórgia e o O Novo Bloco!
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
Lei Wiccana em Forma de Poema
Lei Wiccana
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
ARMA BIOLOGICA: ANTRAZ, EBOLA, H1N1, HIV, VARÍOLA
Guerra biológica consiste no uso de microorganismos ou de toxinas, como arma de guerra para incapacitar ou matar um adversário.
Na Antigüidade e na Idade Média a guerra biológica era praticada através do uso das substâncias tóxicas originárias de organismos vivos. Os Exércitos usavam corpos em decomposição para contaminar o abastecimento de água de uma cidade sitiada, ou atiravam dentro das muralhas inimigas cadáveres de vítimas de doenças como varíola ou peste bubônica (conhecida na Idade Média como peste negra). O arremesso de corpos sobre as muralhas das cidades sitidas era realizado com o uso de catapultas, e apresentava também um impacto moral pela visão de um corpo voando sobre a muralha e se espatifando no pátio interno da fortaleza ou cidade, além do forte odor do corpo em putrefação.
Carta contendo esporos de antraz (Carbúnculo).
Atualmente, essas armas podem ser bactérias (ou suas toxinas), vírus e fungos fabricados em laboratórios. Durante a Guerra Fria, os EUA e a ex-URSS desenvolvem pesquisas voltadas para a guerra bacteriológica. Mas o único uso documentado de armas biológicas em combate foi feito pelos japoneses contra cidades chinesas entre os anos 30 e 40, na Segunda Guerra Sino-Japonesa. O exército imperial japonês possuía uma unidade secreta para pesquisa e desenvolvimento de guerra biológica, denominada Unidade 731. Também foram atribuídos aos japoneses experimentos com agentes bacteriológicos, principalmente em prisioneiros de guerra.
A criação e armazenamento de armas biológicas foi proibida pela Convenção sobre Armas Biológicas (BWC) de 1972. Até maio de 1997, o acordo foi assinado por 159 países, dos quais 141 já o ratificaram, inclusive o Brasil. A ideia subjacente a este acordo é evitar o devastador impacto de um ataque bem sucedido, que poderia concebivelmente resultar em milhares, possivelmente milhões de mortes e causar roturas severas a sociedades e economias. No entanto, a convenção proíbe somente a criação e o armazenamento, mas não o uso, destas armas. Entretanto, o consenso entre analistas militares é que, exceto no contexto do bioterrorismo, a guerra biológica tem uma aplicação militar bastante limitada.
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.
sábado, 26 de julho de 2014
Reflexão sobre Deus e a Semelhança Humana
Theos, em grego ; Deus,em latim
Hoje em dia já não uso tanto a palavra Deus para me referir ao Criador. Costumo chamá-lo de Universo, o que também não é de fato correto, pois ainda assim estaria limitando o qual não tem limite.
Então qual é o correto? Deus no seu estado pralaya é O Cosmo, então quem é Deus?
Na nossa limitada visão e ignorância comum do ser dito humano, temos a mania de limitar O Que não tem limites. O homem construiu uma imagem de Deus conforme a sua própria imagem. Fez um caminho contrário, pois nos escritos, consta que somos a imagem e semelhança de Deus e não o contrário. Portanto Deus não é o ser descrito na visão das igrejas: um velhinho de barbas longas e brancas e cheio de imperfeições e contradições. Então qual seria essa semelhança, se Deus não tem um corpo físico propriamente dito, e não exatamente como o nosso?
Quando uma criança nasce procuramos semelhanças com os pais e logo dizemos: é a cara do pai, ou: é a cara da mãe. Esta é uma semelhança puramente física. Semelhança de herança genética. Quando esta mesma criança cresce, procuramos outras semelhanças com os pais, e aí dizemos: puxou ao pai, ou puxou à mãe. Achamos então características não físicas de semelhanças.
Então se Deus não tem um corpo físico como o nosso, me repetindo faço a pergunta: Qual seria essa semelhança descrita nas escrituras?
No princípio era as Trevas e das Trevas se fez a Luz. Deus no seu estado pralaya é o Cosmo em descanso, Frio e sem Luz. O Verbo em seu Estado Primordial. E quando o Verbo se fez carne? Deus em seu estado pralaya não cria, como Unidade não poderia, então se movimentou, nesse primeiro movimento houve a divisão, mas essa divisão ainda não é a criação, é a separação das polaridades Positiva e Negativa, do Masculino e Feminino, que no atrito geraram, criaram. Então, das Trevas se fez a LUZ. A primeira criação. Aí vem uma nova pergunta! Então Deus são três: O Pai, A Mãe e O Filho? A resposta é não. Os Três são o Um. Os três formam o Primeiro Princípio Sagrado, o da Trindade, a partir do qual tudo o que existe foi criado. Então agora podemos voltar à pergunta: qual é a nossa semelhança com Deus? Bem, se não é a física, só nos resta a semelhança da essência. Carregamos dentro de nós uma Partícula Divina. Esta partícula é a essência e o potencial de Deus. Potência geradora, criadora e destruidora. Somos seres pensantes. E através dos pensamentos, assim como Deus o fez, que criamos ou destruímos, e quando nos despimos das crostas densas que a matéria nos impõe, conseguimos acessar este potencial gerador, criador e só através dele conseguimos evoluir. Nesta essência, nesta partícula que carregamos é que está imprimindo o Plano Divino. Seria o DNA Divino com todas as diretrizes e caminhos evolutivos para a nossa jornada de volta ao Princípio. E cada Mônada criada tem uma diretriz diferente, e foram divididas em duas partes, separadas em suas polaridades, a positiva, ou masculina e a negativa, ou feminina. Assim consideradas almas gêmeas e lançadas na matéria para que, num determinado momento de suas evoluções se encontrem e juntas ascendam às oitavas.
Para que se entenda o que é o Plano Divino, explicarei o que é Plano, do latim "planus" , que é a extensão do espaço ou de algo nele contido, seja no sentido físico ou metafísico. Há no Cosmos sete planos que correspondem aos sete estados de consciência do homem. A evolução normal da humanidade executa-se em três destes planos. No plano físico, astral e mental. Nos dois planos seguintes, "buddhico" e "âtmico" , continua a evolução própria do Iniciado. Os dois planos seguintes, "Anûpâdaka e Âdi" , os mais elevados, representam a esfera de atividade divina que a tudo envolve e de onde emanam todas as energias divinas que mantêm e vivificam o Universo. O plano Âdi é o mais elevado, é o Plano Primeiro, Primordial ou Supremo. A base, fundamento ou sustentação do Universo, a fonte da qual este recebe a vida. É o Plano da Divindade desconhecida. O Plano do qual recebemos nossas diretrizes no momento da criação é o que chamo de Plano Divino.
Então, voltando à pergunta inicial de :" Quem é Deus?" , de todas as definições que já li, a que me parece mais compreensível e que não O limita em uma imagem física , é a de que Deus é o Cosmos, o Campo Quântico. É Pensamento Puro, é Onda, é Vibração.
Não falo aqui do Deus Criador do nosso Universo e nem do Universo vizinho anti material, este é Javé ou Brahma. Aqui falo do Deus Primordial, O Absoluto, Incognoscível, Aquele que Foi, que É e sempre Será!
Quando a Essência Radiante coagula-se, difunde-se através do Espaço. Os coágulos são a primeira diferenciação, a primeira matéria condensada e da qual tudo foi criado. Portanto, somos uma parte de Deus manifestada na matéria! Somos o corpo de Deus. Deus não está fora de nós! Ele está em tudo, dentro e fora. Nós nascemos dele, nele vivemos e nos movemos e nele nos dissolvemos!
sexta-feira, 2 de maio de 2014
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
Projeto HAARP!
O HAARP, que significa “Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência” e começou a funcionar no Alasca (Estados Unidos) em 1993. O projeto estuda a ionosfera terrestre, e visa a compreender melhor o funcionamento das transmissões de ondas de rádio na faixa da ionosfera, parte superior da atmosfera.
O Projeto HAARP está sob coordenação da USAF através da Universidade do Alasca e da USNAVY através do Naval Research Laboratory .
A Ionosfera é uma camada de Plasma (o quarto estado da matéria e a substância mais comum que compõe o Universo conhecido). Como esse estado é difícil de ser produzido e controlado em laboratório, se torna uma excelente fonte de pesquisas e de "testes". Infelizmente, existem várias possibilidades com este projeto.
A Ionosfera tem a capacidade de permitir comunicações de longo alcance em alta e baixa frequências, principalmente utilizada em sistemas militares e de vigilância. O Sol tem um efeito considerável sobre esta camada, através do "vento" solar (sun flares) e ejeção de massa coronal (CME´s), as popularmente conhecidas "tempestades solares", sendo capaz de provocar o total aniquilamento da comunicação via ondas eletromagnéticas (EM) em todo o planeta (vide o evento ocorrido em 03.08.1997, onde um "blackout" eletromagnético parou quase todos os EUA). Outros fenômenos causados pela atividade solar são as "auroras" (eletrojatos ou "eletromotos") que podem alcançar a potência de milhões de ampères (intensidade de corrente elétrica) e provocar vários fenômenos, induzindo esta fantástica corrente elétrica através das "linhas de força" que formam a matriz (grid) eletromagnética terrestre.


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